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segunda-feira, 9 de junho de 2025

Trabalho social e trabalho comunitário são duas dimensões interligadas que visam a melhoria das condições de vida e o desenvolvimento de comunidades

 

    Trabalho social e trabalho comunitário são duas dimensões interligadas que visam a melhoria das condições de vida e o desenvolvimento de comunidades. O trabalho social é um campo profissional que utiliza conhecimentos e técnicas para promover o bem-estar social, a justiça e a igualdade de oportunidades. O trabalho comunitário, por sua vez, é uma abordagem que valoriza a participação da comunidade na construção de soluções para seus problemas e desafios.

    Trabalho Social:
    Definição:
    O trabalho social é um campo profissional que tem como objetivo promover o bem-estar social, a justiça social e a igualdade de oportunidades para todos.

    Valores:
    Baseia-se em valores como solidariedade, responsabilidade social, respeito pela diversidade, defesa dos direitos humanos e participação cidadã.

    Objetivos:
    Busca a superação de desigualdades, a promoção de direitos e a garantia de acesso a serviços, benefícios e oportunidades para indivíduos e grupos em situação de vulnerabilidade.

    Aplicações:
    Pode ser realizado em diversas áreas, como saúde, educação, assistência social, direitos humanos, entre outras.

    Trabalho Comunitário:
    Definição:
    É uma abordagem que prioriza a participação da comunidade na identificação de problemas e na construção de soluções.

    Características:
    Valoriza a escuta ativa, a reflexão conjunta e o diálogo entre os membros da comunidade e os profissionais.

    Objetivos:
    Busca o fortalecimento da organização comunitária, o desenvolvimento de lideranças locais e a promoção de mudanças sociais.

    Aplicações:
    Pode ser utilizado em diversas áreas, como desenvolvimento local, saúde, educação, meio ambiente, entre outras.

    Interligação:
    O trabalho social e o trabalho comunitário são complementares e se beneficiam da colaboração entre profissionais e membros da comunidade.
    O trabalho social pode utilizar o trabalho comunitário como uma estratégia para alcançar seus objetivos, como o desenvolvimento de projetos e programas que envolvam a comunidade.
    O trabalho comunitário pode ser um espaço para o desenvolvimento profissional do trabalho social, permitindo que os profissionais aprendam com a experiência da comunidade e aprimorem suas prática.


 Redação JRP internacional 

jcidadern@hotmail.com 

Por Kevyn Lopes, jornalista

sábado, 7 de junho de 2025

Transgênicos: no Brasil, PL Heinze; nos EUA, Lei Obama




Transgênicos: no Brasil, PL Heinze; nos EUA, Lei Obama

Conheça as tentativas de nos impor alimentos industrializados transgênicos – aqui, desregulando a legislação da rotulagem, lá ganhando tempo e dando ampla liberdade à indústria alimentícia

JORNAL JRP internacional
Ético sério e do povo Brasileiro



Sr Leon Lopes da Silva
Jornalista,professor,pesquisador,terapeuta,teólogo,artista plástico, técnico de projetos sociais,técnico de informática, perito grafotécnico forense.

Data,06-06-2025, Natal -RN -Brasil

Redação JRP internacional
jcidadern@hotmail.com

O Brasil é o segundo maior produtor de alimentos transgênicos do mundo, com cerca de 44,2 milhões de hectares plantados em 2015. É também onde o plantio de safras geneticamente modificadas mais cresce. Os Estados Unidos são o primeiro produtor, com mais de 90% de suas safras de milho, soja e algodão provenientes de sementes geneticamente modificadas.

Aqui, o chamado PL Heinze pretende desregular a rotulagem obrigatória de alimentos transgênicos, extinguindo o conhecido símbolo “T”. Nos EUA, a rotulagem sequer é obrigatória e a lei que Barack Obama sancionou no fim de julho significou uma derrota para a maioria dos ambientalistas.

Pela lei de Obama, o Departamento de Agricultura tem dois anos para definir o que vem a ser um ingrediente transgênico – até lá, a rotulagem continua voluntária. Ao final desse tempo, permitirá que a indústria rotule seus produtos como quiser: usando texto, imagem, número, código. Ou seja, aceita que os consumidores tenham direito de ser informados sobre qual alimento estão comprando, mas deixa a indústria à vontade para dificultar ao máximo o entendimento dessa informação.

As sementes geneticamente modificadas possibilitaram que monoculturas ganhassem extensões quase inimagináveis nos Estados Unidos, ao mesmo tempo em que foram se tornando cada vez mais resistentes a herbicidas e exigindo mais veneno, numa verdadeira escalada de guerra química.

Além de arruinar as terras e águas do planeta, elas estão gerando expansão da oferta de junk food – alimentos processados e ultraprocessados baseados em milho e soja – nas prateleiras dos supermercados. Os mesmos que são responsáveis, como alerta a ONU, por taxas crescentes de sobrepeso e obesidade em adultos e crianças, contribuindo para uma epidemia de doenças crônicas como diabetes, câncer e doenças do coração
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Transgênicos: entenda o que são e como são produzidos

Transgenia é um tema super polêmico. Ele envolve genética e ética, além disso, sua produção e venda rende muito dinheiro para as grandes empresas especializadas. Por esses motivos, os transgênicos podem aparecer nas questões envolvendo Biologia e Atualidades. Vem revisar com a gente!

Falar de transgênicos nos remete à cenários de ficção científica, não é verdade? Imaginar que a ciência moderna possibilita a modificação do código genético de um ser vivo, manipulando suas características, é ao mesmo tempo empolgante e assustador. Mas, quais seriam as consequências dessas manipulações? Como elas ocorrem?

Quais as possíveis aplicações? Vem com a gente nesta aula para você saber a resposta dessas e de outras perguntas sobre uma das técnicas que revolucionou a ciência e a produção de alimentos nas últimas décadas: os transgênicos.


Sr Leon Lopes da Silva
Jornalista,professor,pesquisador,terapeuta,teólogo,artista plástico, técnico de projetos sociais,técnico de informática, perito grafotécnico forense
Transgênicos

Você provavelmente já deve ter reparado que alguns alimentos possuem em suas embalagens um símbolo triangular, semelhante à uma placa de trânsito com um T preto no meio, certo? Este símbolo informa ao consumidor que aquele alimento contém algum ingrediente geneticamente modificado (GM). É praticamente impossível achar alguns tipos de alimentos industrializados que não contenham esse “tezinho” na embalagem.

Isso porque a maior parte de ingredientes como a soja e o milho são produzidos, desde 1998, em sua versão transgênica no Brasil. Para se ter uma ideia, 96% da soja, 88% do milho e 78% do algodão plantados pelos brasileiros são transgênicos. Mas, afinal, o que são transgênicos?

Desde que os seres humanos passaram a se estabelecer em certas localidades para cultivar seus alimentos, nós aprendemos a selecionar as plantas e animais que possuíam características de interesse produtivo. Para isso, os organismos que possuíam características relevantes eram selecionados como matrizes reprodutivas e assim, ao longo das gerações, essa técnica produzia organismos com características refinadas e selecionadas, melhorando a produtividade.

Neste caso, o tempo era um ponto crucial: demorava-se anos, séculos, selecionando características. Gerações passavam antes da obtenção dos resultados esperados. Acontece que os avanços científicos possibilitaram que esse tempo fosse potencialmente reduzido e que as características de um indivíduo e de sua população fossem rapidamente modificadas por técnicas de engenharia genética. Neste cenário estão os polêmicos transgênicos, também conhecidos com organismos geneticamente modificados (OGM).
Como os transgênicos são produzidos
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Publicidade do artista Plástico do Natal - RN -Brasil

 Tela de nome o leão sorrindo


Tela a óleo,jarro de rosas

Sr.Leon Lopes da Silva

Tela do artista Plástico do Natal -RN -Brasil
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Jornal JRP internacional 
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Imperial Trading e consultoria 
Projetos e pesquisas do Brasil e na Europa 



Sr Leon Lopes da Silva
Jornalista,professor,pesquisador,terapeuta,teólogo,artista plástico, técnico de projetos sociais,técnico de informática, perito grafotécnico forense
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Resumidamente falando, um transgênico é um ser vivo que possui genes de outra (ou outras) espécie inseridos em seu código genético através de técnicas de engenharia genética. Para isso, identifica-se o gene de interesse em algum organismo (um gene que possibilita que uma planta seja resistente a uma praga, por exemplo), isola-se esse gene e ele é clonado (copiado várias vezes) para que possa ser inserido no organismo de interesse – o que passará a ser um transgênico.

Para inserir esse gene no código genético em um ser vivo, existem muitas técnicas diferentes. A forma mais comum é a utilização de organismos parasitas, como vírus, que ao agirem em seu ciclo vital acabam inserindo nas células do seu hospedeiro trechos de códigos genéticos. No caso das plantas transgênicas, por exemplo, um “vetor” de genes muito utilizado é a bactéria Agrobacterium tumefaciens.

Essa bactéria ao parasitar uma planta faz com que surjam tumores. Isto acontece porque ela insere nas células da planta um trecho de seu DNA (o plasmídeo), causando modificação do genoma da planta. Assim, ao utilizar essas bactérias em células de plantas que são cultivadas em laboratório, as células vegetais modificadas pelas bactérias podem se desenvolver e se tornar uma planta transgênica.

Parabéns o partido com 17 anos de luta pelo  povo Brasileiro 



Símbolo que indica que o alimento contém algum tipo de organismo transgênico em sua composição. Em abril de 2015 a bancada ruralista da Câmara de Deputados elaborou um projeto de lei que retira a obrigação de ter este símbolo estampado nos rótulos de alimentos. O projeto de lei foi aprovado na Câmara e aguarda sua aprovação no Senado.

Outra forma de modificar o genoma de um ser vivo é o método biofísico de bombardeamento de partículas. Para tal, micro-partículas são aceleradas em direção às paredes celulares e membranas das células, atravessando-as e introduzindo no interior das células trechos de DNA, RNA e proteínas, causando modificação genômica.

Há ainda o método da eletroporação. Essa técnica é feita com a ajuda de um aparelho chamado eletroporador que gera pequenos furinhos na membrana das células através de descargas elétricas. Assim, os trechos de interesse de DNA são inseridos nas células por esses poros.
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Os trechos de DNA inseridos podem ter várias funções, dependendo do tipo de ser vivo e da finalidade para a qual aquele organismo é produzido. Como você leu acima, no Brasil é muito comum o cultivo de plantas geneticamente modificadas. Nestes casos, em geral, a modificação genética visa o aumento da produtividade e a diminuição da suscetibilidade a pragas.

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Publidade do partido PCDB- NACIONAL 

PCDB NACIONAL 
O Brasil com mais políticas públicas 
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Porém, existem muitos tipos de vegetais OGMs atualmente. Algumas instituições como a Embrapa classificam os vegetais transgênicos em “três gerações”, segundo a ordem de surgimento dessas tecnologias. Veja:

1ª Geração – Corresponde às plantas geneticamente modificadas que foram produzidas com o objetivo de possuírem características agronômicas resistentes a herbicida, a pragas e a vírus. Foram disseminadas nos campos na década de 80 e até hoje compõem o grupo de sementes OGMs mais comercializadas no mundo.

2ª Geração – Nesse grupo de transgênicos estão incluídas as plantas cujas características nutricionais foram melhoradas tanto quantitativamente como qualitativamente. Ainda são pouco difundidos no mundo.

3ª Geração – Representado por um grupo de plantas destinadas à síntese de produtos especiais, como vacinas, hormônios, anticorpos e plásticos. Estes vegetais ainda estão em testes e podem chegar ao mercado em breve.
Quais organismos podem ser transgênicos

Não são só as plantas que podem ser transgênicas. Há muito tempo já modificamos geneticamente organismos para que eles passem a produzir substâncias de interesse médico ou industrial. Um exemplo disso é a insulina sintética. Nosso organismo produz naturalmente o hormônio insulina, utilizado pelo organismo para controlar a quantidade de açúcares no sangue. Porém, algumas pessoas não conseguem produzir esse hormônio em quantidade significativa e apresentam o quadro de diabetes.

Sr.Leon Lopes da Silva 
Presidente nacional do PCDB 
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Sr.Leon Lopes da Silva 
Presidente nacional do PCDB 

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Sedes:

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 Informações mande um email : para o ADM no email:pcdbnacional@hotmail.com
Consultoria no jcidadern@hotmail.com
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         Sr.Leon Lopes, jornalista 

Antigamente essa substância era obtida de suínos, porém poderia causar reações adversas nas pessoas que a tomavam. A partir dessa dificuldade, surgiu então a técnica que usava bactérias transgênicas. Nessa técnica, são utilizadas bactérias Escherichia coli (comuns na flora intestinal humana) com modificações gênicas. Falando de maneira simplificada, essas bactérias recebem os genes humanos responsáveis pela produção do hormônio insulina e assim tornam-se capazes de produzi-lo. Com isso, a insulina recebida pelo diabético é humana, pois foi produzida a partir de genes humanos, diminuindo assim as reações adversas.Ratos transgênicos verde-fluorescentes entre ratos normais da mesma ninhada. Os ratos fluorescentes receberam genes de água-viva quando eram ainda uma célula-ovo.

Outro exemplo de ser vivo transgênico utilizado no Brasil, são os mosquitos Aedes aegypti transgênicos. Esses animais possuem uma modificação gênica que faz com que os filhotes morram antes que chegarem a idade reprodutiva. Isso faz com que a população de Aedes diminua ao longo das gerações, diminuindo também os casos de doenças transmitidas por eles.

Por que os transgênicos geram tantas polêmicas?

Como você pode ver até aqui, em geral os transgênicos, buscam melhorias para a vida humana. Principalmente no que se refere à produção de alimentos, teoricamente, eles podem aumentar a produtividade, diminuindo a utilização de agrotóxicos. Então, parece que são uma excelente ideia, não é mesmo?

Porém, há muitos cientistas e organizações ambientais criticam fortemente seu uso indiscriminado e a aplicação desse método sem estudos de seus efeitos a longo prazo. Para os defensores dos transgênicos, isso não passa de “ecochatice” e medo do novo. Mas, infelizmente, há alguns estudos que mostram que as preocupações têm fundamento. Por exemplo, algumas investigações científicas apontam que as plantas transgênicas podem se reproduzir com plantas originais.




Isto poderia fazer com que as características genéticas originais sumissem, uma vez que estariam “menos adaptadas” aos desafios impostos pelo ambiente, ocasionando uma perda de patrimônio genético natural. Além disso, as modificações genéticas podem alterar alguns fenótipos não desejados e, assim, os seres vivos que interagem com este organismo podem não estar adaptados a esta nova condição, o que destruirá diversos nichos ecológicos.

Outro ponto muito discutido é a questão comercial que envolve os transgênicos. Enormes multinacionais são detentoras dos direitos sobre diversas variedades de sementes geneticamente modificadas. Essas sementes, muitas vezes, são capazes de germinar e produzir, porém, as sementes geradas a partir delas não. Isso obriga os produtores a comprarem as sementes das grandes empresas todos os anos, dificultando a agricultura e diminuindo os lucros de agricultores, especialmente daqueles que praticam a agricultura familiar.

Um outro possível problema é a “validade” dos transgênicos. A natureza, em constante adaptação, sempre tenta encontrar formas de resistir. Estudos indicam que muitos organismos transgênicos acabam perdendo sua utilidade antes mesmo de completarem cinco anos de mercado. Isso porque, as pragas para os quais foram construídos para resistir acabam sendo selecionadas, e formas resistentes ou que possuem adaptações voltam a atacar os OGMs e não-OGMs.
Brasil e os organismos geneticamente modificados

Em 2018 completam-se 20 anos da regulamentação do cultivo do primeiro transgênico no Brasil (um tipo de soja resistente a algumas pragas típicas desse cultivo). Apesar do cultivo ter iniciado oficialmente em 1998, a lei que regulamenta essa prática (Lei Brasileira de Biossegurança 11.105/05) somente foi criada em 2005.

Essa legislação determina os passos e protocolos pelos quais um produto fruto da biotecnologia precisa passar antes de se tornar comercial. Entre eles, inclui o tempo mínimo de estudo e pesquisas de 10 anos. Essa lei visa preservar a segurança ambiental e alimentar da população. Para fiscalizar isto, existe a CTNBio (Comissão Técnica Nacional de Biossegurança), que é vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia.

Porém, apesar de termos uma das leis mais restritivas de biossegurança do mundo, os interesses de grandes empresas agrícolas e grandes produtores brasileiros, representados pela bancada ruralista na Câmara, têm se esforçado para flexibilizar e facilitar a entrada de vários produtos transgênicos no mercado.

No início do ano de 2018, por exemplo, um projeto de Lei discutido em Brasília visava retirar o selo com o T das 



embalagens dos alimentos (selo que já existe desde 2003). Segundo o autor do PL, o T faz um alarde indevido sobre alimentos que “são seguros”, uma vez que estudos dos últimos anos não demonstraram qualquer consequência ruim para quem os consome. A PL acabou sendo aprovada pela Câmara e pelo Senado, pondo fim à obrigatoriedade do uso do selo nas embalagens de alimento.

Redação 

Jornal JRP internacional
Ético sério e do povo Brasileiro

Apoios: Jornal JRP, jornal da cidade RN, PCDB- NACIONAL,Imperial consultorias,LVK Informática, KL Brasil Despachantes,
,KL Perícias grafotécnica forense

sexta-feira, 6 de junho de 2025

Instalações elétricas simples, como as residenciais e prediais,



Estações elétrica simples e funcionais


Instalações elétricas simples, como as residenciais e prediais, são sistemas que fornecem energia elétrica para casas e edifícios, utilizando componentes como cabos, disjuntores, interruptores e tomadas, distribuindo a eletricidade de forma segura e eficiente.
         



Elaboração:
Definição:
As instalações elétricas simples são conjuntos de componentes e equipamentos elétricos que fornecem energia elétrica para uma determinada área.

Componentes:
Incluem cabos, disjuntores, interruptores, tomadas, caixas de derivação, quadros de distribuição, luminárias e outros componentes.

Função:
Distribuem a energia fornecida pela concessionária de energia para os diversos equipamentos e aparelhos elétricos dentro do local.
    



Tipos:
As instalações elétricas mais simples são as residenciais e prediais.

Segurança:
As instalações elétricas devem seguir normas de segurança para evitar acidentes como curtos-circuitos, choques e incêndios.

Importância:
Uma instalação elétrica bem projetada e executada garante a segurança e o bom funcionamento do sistema elétrico de uma edificação.



Hierarquia:
As instalações elétricas residenciais e prediais são as mais simples, seguidas pelas comerciais, que são mais complexas devido à iluminação, equipamentos e outros fatores, e as industriais, que são as mais complexas devido à necessidade de alimentar máquinas e equipamentos pesados.

Redação JRP 
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quinta-feira, 5 de junho de 2025

Vegetais Que Você Só Compra Uma Vez e Nunca Mais Precisa Comprar de Novo


 7 Vegetais Que Você Só Compra Uma Vez e Nunca Mais Precisa Comprar de Novo!

Veja como cultivar para sempre:

1. Cebolas Verdes

Coloque as raízes brancas em um copo com água. Em poucos dias, elas brotam e crescem novamente!

2. Alface Romana

Reserve a base da alface e mergulhe em água limpa. Logo, novas folhas começarão a surgir.

3. Aipo (Salsão)

Coloque o talo inferior numa tigela com água. Deixe em local iluminado e veja ele renascer.

4. Alho

Plante um dente no solo e ele se transforma em um bulbo inteiro ou folhas comestíveis.

5. Alho-poró

Coloque a raiz em água como a cebolinha. Ele volta a crescer rapidinho!

6. Manjericão

Corte um caule saudável, coloque em água até enraizar e depois plante no solo.

7. Batata

Plante pedaços que tenham brotado. Com o tempo, você terá várias novas batatas!

Dica: Use recipientes transparentes para acompanhar o crescimento e troque a água a cada 2 dias!

Cultivo infinito, economia real!

Redação JRP 

jcidadern@hotmail.com

domingo, 25 de maio de 2025

Métodos de Coleta 1. 🏠 Em Telhados Calhas e canos que captam a água do telhado



🛠️ Métodos de Coleta 1. 🏠 Em Telhados Calhas e canos que captam a água do telhado para tanques ou cisternas. 2. 🛢️ Tanques de Armazenamento Depósitos para armazenar a água coletada e descartá-la durante os períodos de seca. 3. 🌱 Infiltração do Solo Valas, poços ou áreas permeáveis ​​que canalizam a água da chuva para o subsolo, recarregando os aquíferos. 4. 🏙️ Em espaços urbanos Jardins, parques e pavimentos permeáveis ​​com sistemas que desviam a água da chuva para reuso ou recarga. 🌟 Principais Benefícios 1. 💦 Conservação de Água Reduz a captação de água de rios e lagos, garantindo reservas para todos. 2. 🌧️ Controle de Escoamento Reduz inundações, erosão e sedimentos em cursos d'água. 3. 🍃 Proteção Ambiental Menos uso de bombeamento e tratamento, reduzindo o consumo de energia e a pegada de carbono. 4. 💰 Economia Econômica Reduz as contas de água potável e a dependência da rede pública.


Estou tomando de madeira para acampamento.

Esta ilustração vintage intitulada "Truques de Artesanato em Madeira: Coisas que Podem Ser Feitas no Acampamento" oferece inspiração prática para sobrevivência na natureza e atividades ao ar livre, apresentando 17 ferramentas e abrigos simples, porém funcionais, para acampamento. Aqui está uma análise de cada item:
Abrigo e Estruturas
1. Tenda de Cobertor – Abrigo básico com cobertores e varas. 2. Tipi de Abrigo com Escova – Uma estrutura triangular coberta com escova para isolamento e proteção contra o vento. 3. Fogueira de Acampamento – Uma área estruturada para manusear uma fogueira com segurança. 4. Cabana de Casca de Árvore – Um abrigo mais permanente construído com grandes painéis de casca de árvore. 5. Tenda de Escova – Uma estrutura simples com materiais naturais para cobertura. Utensílios para Cozinhar e Comer 2. Colher – Esculpida em madeira. 3. Faca – Esculpida para a cozinha do acampamento ou necessidades básicas. 4. Garfo – Esculpido em um galho com pontas. 5. Gancho e Atiçador de Panela – Para pendurar panelas sobre o fogo. 6. Copo de Lata de Tomate – Uma lata reciclada usada como recipiente para beber.
7. Prato de Casca de Árvore – Prato improvisado esculpido em casca de árvore. 8. Pinças para Fogueira de Acampamento – Vara torcida ou madeira verde curvada para manusear o fogo. 9. Espeto de Caça – Assar em estilo rotisserie sobre chamas abertas. 10. Castiçal de Lata de Tomate – Reutilizar latas para iluminação. Utilidades de Acampamento 5. Pá de Acampamento – Uma vara com casca plana ou ponta esculpida para cavar. 6. Vassoura de Acampamento – Feita de grama, galhos ou agulhas de pinheiro. 7. Mostrador de Relógio de Sol de Acampamento – Um relógio de sol feito de gravetos e pedrinhas para marcar as horas. Cada um desses itens representa engenhosidade, usando materiais naturais ou objetos reciclados encontrados na natureza para criar ferramentas e abrigos funcionais para uma experiência de acampamento.

Redação JRP ,26-05-2025
Jornal JRP internacional



Sistema de aquecimento de água


Esta ilustração vintage intitulada "Truques de Artesanato em Madeira: Coisas que Podem Ser Feitas no Acampamento" oferece inspiração prática para sobrevivência na natureza e atividades ao ar livre, apresentando 17 ferramentas e abrigos simples, porém funcionais, para acampamento. Aqui está uma análise de cada item:
Abrigo e Estruturas 1. Tenda de Cobertor – Abrigo básico com cobertores e varas. 2. Tipi de Abrigo com Escova – Uma estrutura triangular coberta com escova para isolamento e proteção contra o vento. 3. Fogueira de Acampamento – Uma área estruturada para manusear uma fogueira com segurança. 4. Cabana de Casca de Árvore – Um abrigo mais permanente construído com grandes painéis de casca de árvore. 5. Tenda de Escova – Uma estrutura simples com materiais naturais para cobertura. Utensílios para Cozinhar e Comer 2. Colher – Esculpida em madeira. 3. Faca – Esculpida para a cozinha do acampamento ou necessidades básicas. 4. Garfo – Esculpido em um galho com pontas. 5. Gancho e Atiçador de Panela – Para pendurar panelas sobre o fogo. 6. Copo de Lata de Tomate – Uma lata reciclada usada como recipiente para beber.
7. Prato de Casca de Árvore – Prato improvisado esculpido em casca de árvore. 8. Pinças para Fogueira de Acampamento – Vara torcida ou madeira verde curvada para manusear o fogo. 9. Espeto de Caça – Assar em estilo rotisserie sobre chamas abertas. 10. Castiçal de Lata de Tomate – Reutilizar latas para iluminação. Utilidades de Acampamento 5. Pá de Acampamento – Uma vara com casca plana ou ponta esculpida para cavar. 6. Vassoura de Acampamento – Feita de grama, galhos ou agulhas de pinheiro. 7. Mostrador de Relógio de Sol de Acampamento – Um relógio de sol feito de gravetos e pedrinhas para marcar as horas. Cada um desses itens representa engenhosidade, usando materiais naturais ou objetos reciclados encontrados na natureza para criar ferramentas e abrigos funcionais para uma experiência de acampamento.

Redação JRP
Jornal JRP internacional

sábado, 17 de maio de 2025

Os tipos de sangue





Os tipos de sangue são A, B, AB e O, com a adição do fator Rh (positivo ou negativo). No total, temos 8 tipos sanguíneos: A+, A-, B+, B-, AB+, AB-, O+ e O-.

Sistema ABO:
Tipo A:
Possui antígenos A na superfície dos glóbulos vermelhos e anticorpos anti-B no plasma.
Tipo B:
Possui antígenos B na superfície dos glóbulos vermelhos e anticorpos anti-A no plasma.
Tipo AB:
Possui ambos os antígenos A e B na superfície dos glóbulos vermelhos e não possui anticorpos anti-A ou anti-B no plasma.
Tipo O:
Não possui antígenos A ou B na superfície dos glóbulos vermelhos, mas possui anticorpos anti-A e anti-B no plasma.


Sistema Rh:

Fator Rh positivo (Rh+): Possui o antígeno D na superfície dos glóbulos vermelhos.
Fator Rh negativo (Rh-): Não possui o antígeno D na superfície dos glóbulos vermelhos.

A combinação do sistema ABO e do sistema Rh resulta nos 8 tipos sanguíneos mencionados acima.

Compatibilidade:

O tipo O- é considerado o doador universal, pois pode doar para qualquer tipo sanguíneo.
O tipo AB+ é considerado o receptor universal, pois pode receber doações de qualquer tipo sanguíneo.

Importância:
Conhecer o tipo sanguíneo é importante para transfusões de sangue, doações de sangue, e para identificar a compatibilidade em casos de gravidez.





O sangue Rh nulo, também conhecido como "sangue dourado", é o tipo sanguíneo mais raro do mundo, caracterizado pela ausência de qualquer antígeno Rh na superfície das hemácias. Esta ausência de antígenos faz com que o sangue Rh nulo seja teoricamente um doador universal para pessoas com tipos sanguíneos raros dentro do sistema Rh, mas também apresenta desafios.

Características e Importância:

Raridade:
O sangue Rh nulo é extremamente raro, com apenas cerca de 50 casos confirmados em todo o mundo, segundo uma matéria do Extra online.

Doador Universal:
Pode ser doado para pessoas com tipos sanguíneos raros do sistema Rh, pois não possui antígenos que desencadeiam uma resposta imune.

Problemas de Saúde:
As hemácias de pessoas com Rh nulo podem ser mais frágeis e ter uma vida útil mais curta, o que pode levar à anemia.

Dificuldade na Transfusão:
É difícil encontrar um doador compatível para pessoas com Rh nulo, pois qualquer outro tipo de sangue seria incompatível.

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Contatos: 55-84-999643633.994696424
Email: jcidadern@hotmail.com

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Monitoramento:
Pessoas com Rh nulo são geralmente monitoradas e incentivadas a doar sangue para que possa ser utilizado como reserva para elas mesmas ou para outros com a mesma condição.

Considerações:

A condição genética que causa o Rh nulo pode ser herdada de pais que também possuem a mutação.

O estudo e a gestão do Rh nulo são importantes para a saúde pública, especialmente para o tratamento de pessoas com tipos sanguíneos raros.





O sangue dourado, também conhecido como RH nulo, é um tipo sanguíneo raro, onde os glóbulos vermelhos não possuem nenhum antígeno Rh. Estima-se que existam menos de 50 pessoas no mundo com esse tipo de sangue.

Características do Sangue Dourado:
Raridade:
É considerado o tipo sanguíneo mais raro do mundo.

Ausência de antígenos Rh:
Os glóbulos vermelhos não possuem nenhum antígeno Rh, o que significa que não há o fator Rh positivo ou negativo.





Potencial doador universal:
Teoricamente, o sangue dourado poderia ser doado para qualquer pessoa, pois não causa conflito com os antígenos dos outros tipos sanguíneos.

Vidas médias mais curtas das hemácias:
As hemácias do sangue dourado têm uma vida útil mais curta e podem apresentar certo grau de anemia.

Restrição na doação:
Por causa da vida útil mais curta das hemácias, pessoas com sangue dourado só devem doar sangue para outras pessoas com o mesmo fenótipo.

Herança genética:
O sangue dourado ocorre quando ambos os pais possuem uma mutação genética que causa a ausência de antígenos Rh.





Por que é chamado de sangue dourado?
A origem do nome "sangue dourado" não é completamente clara, mas é possível que seja uma referência à sua raridade e ao seu potencial como doador universal, ou ainda à sua cor, que pode ser um pouco diferente dos outros tipos sanguíneos.

Importância da doação de sangue:
O sangue dourado é de grande importância para a medicina, especialmente para pessoas com tipos sanguíneos raros ou que precisam de múltiplas transfusões. A doação de sangue é fundamental para salvar vidas e garantir que todos tenham acesso aos cuidados de saúde necessários.


Redação JRP internacional 

Por  Sr.Leon Lopes, jornalista e fotográfico do RN

quinta-feira, 15 de maio de 2025

Exclusivo – EUA articulam acesso estratégico a Fernando de Noronha e Natal sob alegação de direito histórico e investimento bélico


 Exclusivo – EUA articulam acesso estratégico a Fernando de Noronha e Natal sob alegação de direito histórico e investimento bélico


Exclusivo – EUA articulam acesso estratégico a Fernando de Noronha e Natal sob alegação de direito histórico e investimento bélico

Editor

7 de maio de 2025

Agenda Trump, Destaque, Notas Estratégicas BR


Repetindo a retórica usada no Canal do Panamá, diplomacia ligada ao entorno de Donald Trump pressiona por acesso irrestrito às infraestruturas de Noronha e da Base Aérea de Natal. Interesses logístico-operacionais no Atlântico Sul e ativos ISR motivam nova campanha de influência.


Portal DefesaNet

Brasília, 7 de maio de 2025


Nota DefesaNet


Artigo em Português


Exclusivo – EUA articulam acesso estratégico a Fernando de Noronha e Natal sob alegação de direito histórico e investimento bélico


Artigo em Inglês


Exclusive – US articulates strategic access to Fernando de Noronha and Natal under the allegation of historical right and military investment


Diplomatas vinculados a setores republicanos dos Estados Unidos, diretamente associados ao núcleo político do presidente Donald Trump, vêm articulando informalmente com interlocutores brasileiros o uso irrestrito do Aeroporto de Fernando de Noronha (SBFN) e da Base Aérea de Natal (BANT), no Rio Grande do Norte. O argumento empregado remete ao conceito de “direito histórico de retorno operacional”, com base em investimentos realizados pelos EUA durante a Segunda Guerra Mundial e o período da Guerra Fria.


O mesmo argumento foi recentemente utilizado em declarações sobre o Canal do Panamá, onde setores trumpistas passaram a defender publicamente que os EUA deveriam reivindicar o controle técnico-operacional da estrutura interoceânica, sob a alegação de que “foram os Estados Unidos que construíram, pagaram e defenderam a instalação durante o século XX”.


No caso brasileiro, trata-se de ativos geoestratégicos de alto valor: Fernando de Noronha como sensor-forward base no Atlântico Sul equatorial, e Base Aérea de Natal como hub logístico de trânsito transcontinental, compatível com operações aéreas interteatrais e como base de prontidão para projeção sobre África Ocidental e litoral norte sul-americano.


Racional técnico-operacional por trás da pressão


Segundo analistas de defesa consultados pelo DefesaNet, tanto Fernando de Noronha quanto a Base Aérea de Natal oferecem vantagens operacionais tangíveis para a arquitetura C4ISR (Comando, Controle, Comunicações, Computadores, Inteligência, Vigilância e Reconhecimento) dos Estados Unidos, sobretudo no contexto de projeção hemisférica e contenção estratégica no Atlântico Sul.


No caso de Fernando de Noronha, sua localização equatorial posiciona o arquipélago como um ponto ideal para vigilância oceânica de longo alcance. A ilha funciona como plataforma natural para a instalação de sensores eletro-ópticos, radares de superfície marítima e equipamentos ELINT/SIGINT, voltados para o monitoramento de rotas navais e aéreas entre a América do Sul, a África Ocidental e o Atlântico médio. A proximidade com o corredor marítimo entre o Atlântico Sul e o Golfo da Guiné — hoje alvo de crescente atividade naval chinesa, russa e de embarcações de bandeira de conveniência — torna Noronha um vetor avançado de interdição e coleta de inteligência.


Além disso, o aeroporto do arquipélago possui capacidade de operar como ponto de apoio tático para aeronaves de vigilância marítima e UAVs de média altitude e longa duração, como os MQ-9 Reaper ou os SeaGuardian, permitindo cobertura persistente sobre áreas de interesse. A viabilidade técnica de integração com satélites de comunicações, bem como com redes de monitoramento oceânico baseadas em dados abertos e sinais AIS/SAR, amplia o valor estratégico da posição para operações de vigilância marítima e domínio situacional regional.


Já a Base Aérea de Natal, situada na região metropolitana de Natal (RN), possui relevância histórica consolidada. Conhecida durante a Segunda Guerra Mundial como o “Trampolim da Vitória”, a BANT foi utilizada pelas forças aliadas como ponto de trânsito logístico entre o continente americano e os teatros de operações da África e Europa. A base continua sendo uma instalação robusta, com pista de pouso capaz de receber aeronaves estratégicas como o C-17 Globemaster III, o KC-135 Stratotanker e o novo KC-46 Pegasus. Sua posição geográfica oferece acesso facilitado tanto a rotas transatlânticas quanto ao porto de Natal, o que a qualifica como um hub logístico de alto valor para operações conjuntas ou expedicionárias.


Do ponto de vista operacional, Natal apresenta condições ideais para reabastecimento em voo, evacuação médica, mobilização rápida de forças de reação e apoio a missões aerotransportadas em cenários de crise na costa ocidental africana, Caribe ou litoral norte da América do Sul. Sua proximidade com o Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI) também permite sinergia para operações de inteligência para o monitoramento e rastreio de vetores brasileiros que estão sendo lançados.


FAB Super Tucano A-28 com pintura Comemorativa do 1º Grupo de Aviação de Caça que combateu na Itália durante a segunda Guerra Mundial Foto SO Johnson FAB


Ambas as infraestruturas, se combinadas sob um conceito de presença avançada, permitiriam aos Estados Unidos estabelecer um arco de contenção atlântico que complementariam sua atual malha de bases e pontos de apoio, como Ilha de Ascenção, a Ilha de São Tomé e instalações em Dakar. Este cinturão de vigilância e prontidão ampliaria substancialmente a capacidade de inteligência, vigilância e reconhecimento (ISR) dos EUA sobre o Atlântico Sul — uma região tradicionalmente fora do alcance direto da OTAN, mas onde se observa crescente atividade de potências extrarregionais, inclusive por meio de embarcações de pesquisa, pesqueiros industriais e plataformas marítimas de duplo uso, potencialmente vinculadas a operações de coleta de dados sensíveis.


Base legal e precedentes


A fundamentação jurídico-estratégica apresentada por representantes e analistas próximos ao governo Trump para justificar o pleito sobre Fernando de Noronha e Natal repousa sobre três eixos principais — todos baseados em interpretações ampliadas da história da cooperação militar hemisférica, em dispositivos legais do aparato de segurança dos EUA e em doutrinas geopolíticas mantidas de forma contínua desde a Segunda Guerra Mundial.


O primeiro vetor é de natureza histórico-operacional. Ambas as infraestruturas foram incorporadas ao esforço de guerra dos EUA durante a Segunda Guerra Mundial:      A Base Aérea de Natal operou entre 1942 e 1945 como base logística sob comando direto americano, sendo uma das maiores plataformas aéreas aliadas fora do território continental dos EUA. Já Fernando de Noronha foi adaptada para servir como ponto avançado de apoio à aviação naval, com reforço da infraestrutura local por parte da Marinha dos Estados Unidos. Essa participação incluiu aportes financeiros, fornecimento de equipamentos, obras de engenharia e construção de pistas, tudo amparado pela Lend-Lease Act (Lei de Empréstimo e Arrendamento de 1941), que permitia aos EUA financiar ou construir infraestruturas militares em países aliados, sob a cláusula implícita de utilidade comum.


O segundo eixo refere-se àquilo que think tanks de defesa nos EUA vêm definindo como “direito de retorno funcional”. Embora não reconhecida no direito internacional público, essa doutrina informal vem sendo ensaiada desde os anos 1990 e ganhou força com o ressurgimento de visões neomonroeístas no entorno da administração Trump. A tese sustenta que ativos militares financiados pelos EUA em países parceiros — especialmente em contextos de ameaça global ou competição estratégica — poderiam ser “reativados” com base em acordos tácitos ou no princípio de reciprocidade hemisférica. A retórica dessa doutrina ecoa elementos da Doutrina Monroe (1823) e da Western Hemisphere Defense Zone, proclamada por Franklin D. Roosevelt em 1941 e reafirmada informalmente durante a Guerra Fria como área de interesse vital para a segurança marítima norte-americana.


A Distância de 360 km de Fernando de Noronha até a Base Aérea de Natal é uma vantagem inquestionável frente aos 1.540km da Ilha de Ascenção até a costa da África

O terceiro elemento mobilizado pelos EUA envolve precedentes contratuais e legislativos. O extinto Acordo de Assistência Militar Brasil-EUA (1952), embora formalmente encerrado, segue sendo frequentemente citado em documentos técnicos e análises da RAND Corporation, CSIS e Heritage Foundation como referência à “tradição de interoperabilidade hemisférica”. Já o Acordo de Salvaguardas Tecnológicas (AST) de 2019, firmado no governo Bolsonaro para viabilizar o uso da Base de Alcântara, é mencionado como precedente político e diplomático que abre margem para novas modalidades de acesso militar a instalações sensíveis sob controle brasileiro.


A esse quadro somam-se ainda marcos legislativos internos dos EUA que reforçam a tese de mobilização extraterritorial. O Mutual Defense Assistance Act de 1949 — base legal para o fornecimento de apoio militar a países fora da OTAN — e o ainda vigente Defense Production Act de 1950, que autoriza o Executivo norte-americano a mobilizar meios logísticos e industriais fora do território nacional em caso de emergência, são frequentemente evocados como dispositivos que sustentariam juridicamente operações avançadas. Complementarmente, os National Defense Authorization Acts (NDAA) dos últimos anos, sobretudo os aprovados entre 2017 e 2023, incorporaram cláusulas específicas de forward basing e cooperative security locations em zonas extrarregionais, como o Atlântico Sul, autorizando o Departamento de Defesa a empregar recursos para manter presença estratégica em regiões não formalmente cobertas pela OTAN.


A interpretação que emerge desse conjunto jurídico-doutrinário é a de que, diante da intensificação da competição sino-russa no Atlântico Sul e da necessidade de resiliência logística hemisférica, os EUA estariam legitimados — ainda que sem base legal explícita no Brasil — a pleitear o uso prioritário ou irrestrito de infraestruturas que, a seus olhos, fazem parte de uma malha estratégica herdada da lógica aliada da Segunda Guerra Mundial e reforçada pela arquitetura normativa da Guerra Fria.


Visão Histórica


Para uma melhor avaliação das dimensões da Base Aérea de Natal esta vista aérea de 1944 dá uma idea. de suas dimensões.

A Base Aérea de Natal como é conhecida atualmente é operada peça Força Aérea Brasileira. Ao longo dos anos uma parte da área foi urbanizada sendo parte da cidade de Natal/RN.


O nome disso é colônia


Fontes da diplomacia e das Forças Armadas confirmaram ao DefesaNet que representantes da missão diplomática dos Estados Unidos no Brasil ventilaram, em reuniões reservadas, a proposta de retomada operacional das instalações em Fernando de Noronha e Natal, sob a justificativa de “direito funcional de reuso estratégico”. O Itamaraty, pressionado, mantém silêncio. No Ministério da Defesa, a resposta de algumas fontes — lacônica — limitou-se a classificar a sugestão como “juridicamente inviável” e “inaceitável sob o marco constitucional vigente”. Nos bastidores, no entanto, o tom é de inquietação.


A Constituição Federal de 1988, em seu artigo 49, inciso I, veda expressamente a cessão de instalações militares a forças estrangeiras sem prévia autorização do Congresso Nacional e formalização em decreto legislativo. Trata-se de um dispositivo de salvaguarda de soberania — ignorá-lo equivaleria a permitir, sob pretexto diplomático, a instalação de postos de controle militar externo em território nacional, à margem do Estado brasileiro.


Juristas especializados em direito internacional e oficiais de Estado-Maior ouvidos pelo DefesaNet foram categóricos: a aceitação, mesmo tácita, da proposta americana equivaleria à criação de enclaves militares operacionais estrangeiros em pleno território brasileiro — zonas blindadas à autoridade nacional, nas quais a soberania constitucional estaria, de fato, suspensa. Seria o equivalente a permitir que o Brasil abrigasse — voluntariamente — compartimentos de comando militar subordinados ao Pentágono.


Mais do que anomalia jurídica, trata-se de uma humilhação estratégica. O Brasil, se ceder, assumirá o papel de satélite militar subordinado no Atlântico Sul, prestando seu território a operações sobre as quais não terá controle. Seria um cão-de-guarda à margem da OTAN, usado para fins logísticos e operacionais, sem contrapartidas nem cláusulas de reciprocidade. E o mais grave: sem meios militares ou diplomáticos para impor qualquer condição de negação.


Esse é o custo de uma negligência histórica e coletiva. Nenhuma geração política brasileira, de nenhuma corrente ideológica, jamais estruturou um projeto nacional de Defesa compatível com o peso geopolítico do país. Entre 1945 e 2025, o Brasil oscilou entre o descaso orçamentário e a submissão doutrinária. O resultado é um Estado desdentado, com Forças Armadas subfinanciadas, sem dissuasão real, sem autonomia tecnológica e sem arcabouço estratégico para enfrentar pressões de potências globais.


Caso o governo brasileiro aceite, ainda que indiretamente, a operação técnica de Fernando de Noronha ou Natal por meios norte-americanos, abrirá um precedente gravíssimo, cujas repercussões podem desestabilizar a confiança regional. Parceiros históricos verão o gesto como submissão colonial travestida de cooperação hemisférica, corroendo qualquer pretensão de liderança estratégica do Brasil no Atlântico Sul.


Neste cenário, o Brasil não apenas entregará posições geográficas críticas — entregará o símbolo último de sua soberania: o controle sobre seu próprio território.


isso é inacreditável! O povo nordestino não vão aceitar!


Se você não quer que seus filhos e netos sejam escravos dos Norte americanos! Junti-se a nós!


Fora Trump do aeroporto de Natal e de  Fernando de Noronha.


Sr.Leon Lopes da Silva de Natal -RN -BRASIL

 

Sr Leon Lopes da Silva ( mestre Leon Lopes).
Jornalista,fotográfico,professor,pesquisador,terapeuta,teólogo,artista plástico, técnico de projetos sociais,técnico de informática, perito grafotécnico forense e administrador de empresas e político no Brasil.




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